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EM QUE TIPO DE “PRISÃO” VOCÊ SE ENCONTRA?


Você já parou alguma vez para pensar em que tipo de “prisão” você pode se sentir aprisionado?


Não há quem possa dizer que se sente totalmente satisfeito ou feliz. Até porque a plenitude se alcança durante o caminho e não como um lugar-fim, um lugar estático.

Nosso condicionamento automático, nossas características pessoais quase sempre nos mostram o que não nos faz bem, ou aquilo que pode estar sendo penoso em nossa vida. E quando ainda não nos conhecemos de verdade, outras pessoas podem estar percebendo isto sobre nós. Mas é quase certeza que maioria de nós desconfiamos daquilo que nos aprisiona.


Perceba o que chamamos de “prisões”:


- Querer que as coisas sejam do meu jeito;

- Passar sempre a imagem de que está tudo bem;

- Ajudar até mesmo quando não tem mais forças para fazer, deixando de pensar em si mesmo e por vezes até se prejudicando;

- Exigir a perfeição de si mesmo e dos outros;

- Comandar aquilo que não precisa do seu controle;

- Fugir do conflito ou confronto por não querer fazer parte da “briga”

- Se aprisionar numa falsa aparência de que está tudo certo, bom, maravilhoso - quando na verdade não está;

- Se chatear facilmente quando alguém fala ou faz algo que você não aprove;

- Fazer coisas que não apreciou por medo da rejeição;

- Achar que só eu sinto ou vejo determinada situação, quando na verdade é apenas meu jeito de ver as coisas.


E por aí vai...

São tantas prisões que podemos estar tão acorrentados, que elas já fazem parte da nossa vida, sem ao menos questionarmos se podemos mudar este cenário.


Será que há como escapar destas “prisões! ”?

-Sim claro que sim.


O primeiro e mais precioso passo é se conhecer de verdade para saber que muitas atitudes nossas não são falhas ou erradas, mas sim, comportamentos naturais. E também, entender que posso mudar este cenário, com atitudes, com aceitação, com mais leveza, menos cobranças pessoais e acima de tudo admitindo o que nos faz bem e o que também, do contrário, não é bom para nós.


Mundo perfeito, ideal não existe, mas podemos nos aproximar muito de uma vida mais agradável, mais prazerosa, sem deixar de focar sempre no nosso melhoramento pessoal. Afinal de contas, este deveria ser o objetivo de todos: viver bem, mas com evolução pessoal e respeito às diferenças entre nós, humanidade.

Quer se libertar de suas prisões pessoais? Procure se conhecer melhor, conheça a ferramenta Inteligências Naturais Humanas e veja como ser mais feliz.

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